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Logo no sábado eu fui a um casamento do meu primo. Lá uma banda tocou músicas românticas. Não perdi a oportunidade e dancei com a minha mãe um bolero. Outra sensação ímpar. Nunca vou esquecer a emoção que realizei em dançar, executar, conduzir de uma forma especial, cada passo, cada movimento e sincronia. Vou guardar para sempre esse dia.
Então no domingo eu tive mais uma aula. Aprendi novos passos de gafieira! Estava tão gostoso, mas tão gostoso que todo mundo foi embora depois da aula, mas eu fiquei lá. Escutando as músicas, dançando sozinho. Mas de uma forma deliciosa e percebendo que quando a gente ama a dança, não importa se está acompanhado ou se está sozinho. Quem ama a dança, dança sempre em qualquer situação!
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Há sempre alguma loucura no amor. Mas há sempre um pouco de razão na loucura.
"Friedrich Nietzsche"
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A imagem que eu postei é do movimento da água. Seguindo uma linha de raciocícino que o movimento da dança tem. Com ritmo, com agressividade, ou com suavidade, a água sempre mantém seu lado inquieto, tem brilho, tem cores, tem ritmo, tem força, tem tato, tem sensações, tudo numa coisa só.
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